terça-feira, 27 de maio de 2014

Livro sobre o Mapa de Conflitos envolvendo injustiça ambiental e saúde no Brasil será lançado amanhã em Salvador – BA

Por , 26/05/2014 16:28
Capa Mapa de Conflitos

CPT/BA
Um inventário dos conflitos envolvendo injustiça ambiental no Brasil, que mostra como estes estão aumentando em número e gravidade, como resultado de um projeto hegemônico de desenvolvimento injusto e insustentável. É o que nos revela o livro Injustiça Ambiental e Saúde no Brasil: o Mapa de Conflitos(Editora Fiocruz), que será lançado amanhã, dia 27 de maio, às 15h, no auditório do Conselho Estadual de Desenvolvimento da Comunidade Negra (CDCN), Rua Ribeiro Santos, 42, Pelourinho, Salvador -BA), com a presença de uma de suas organizadoras, Tania Pacheco – que o coordenou ao lado de Marcelo Firpo Porto (Fiocruz) e Jean Pierre Leroy (Fase) – e Diogo Rocha, um dos autores. A apresentação do livro é de Joan Martinez Alier (Universidade Autônoma de Barcelona).Continue lendo aqui  na Fonte >
http://racismoambiental.net.br/2014/05/livro-sobre-o-mapa-de-conflitos-envolvendo-injustica-ambiental-e-saude-no-brasil-sera-lancado-amanha-em-salvador-ba/

Site de pesquisa ''Escravidão no Brasil'' na coleção da Biblioteca Nacional.

25 de fevereiro de 2013 · Editado 

Antes um Pedido de ordem...que registro aqui ;

por João Cândido Nunca existiram escravos no Brasil. Existiram, sim, negros e negras escravizadas. Essa ótica é eurocêntrica e precisa mudar. Chega de contar a história pela ótica dos europeus.


2º Somos ainda obrigados ver a UNESCO fazer uma politica surreal,para quem? Alem desse trabalho feito para os Ingleses e Franceses o Trafico de Escravo do Brasil,dentro do Programa Memoria no Mundo,e so esta disponível em Português por causa da Iniciativa por meio de ''Consórcios'' da Biblioteca Nacional, imagine?O mais inacreditável é ver um outro projeto da UNESCO ''A Rota do Escravo no mundo,des de 1994,sem nenhum comprometimento ao meu vê, como censo comum,referente ao desinteresse pragmático para com a historia coletiva do negro, trazidos da africa,vejo de forma Offe line,quase 20 anos recursos milhões estão sendo disponibilizados,para Unesco para maquiar a historia? e com o respaldo de governos,Fundações e suas estrategias ?, Nao queremos Placas Indicativas,isso e ridículo,Exigimos que se faça um trabalho de mapeamento responsáveis QUE ROTA DOS ESCRAVOS mapeie o trafico encomendados por fazendeiros, até as as Fazendas,e Engenhos que serviram para escravidão no Brasil, em seculos,exigimos todas as politicas de salvaguarda necessários de proteção, para que o mundo jamais esqueça, o que foi a Escravidão,que o Estado brasileiro,desapropriem todos esses lugares e que seja seja incorporado aos bens para divida do Brasil com a Africa,,.... 
Conheço locais e pessoas que estão fazendo por conta propia o mapeamento e acervos da historia dos Engenhos, e que fizeram em caráter informais um documentação catalogadas que poucos conhecem e em especial o ''Estado'' O que acham?
http://www.unesco.org/new/pt/brasilia/about-this-office/single-view/news/the_slave_route_project_of_unesco_inspires_international_seminar_on_slavery_memory/#.U4KOmnJdVc0

3º Para que reverta no minimo positivo para a historia do povo negro o`Projeto tráfico de ''escravos'' e ''escravidão'' no Brasil` através da Biblioteca Nacional e a Unesco desde de 1999, tenha exito, o governoBrasileiro e suas instancias, tem que ter comprometimento reparatório e com á memoria do povo, tem que abrir os seus arquivos tem que ta na sala de aula...Ney D'dãn

Tráficos de Escravos o Brasil 
Escravidão no Brasil 

Uma pesquisa na coleção da Biblioteca Nacional.

O Projeto tráfico de escravos e escravidão, iniciado pela UNESCO em 1999, em Frances e Inglês e Traduzido ao portugues pela Blibioteca ,
http://consorcio.bn.br/escravos/

quinta-feira, 1 de maio de 2014

AJUDA HUMANITÁRIA AOS AMIG@S HAITAN@S, ELES NÃO SÃO MEROS IMIGRANTES NA BUSCA DA SORTE DO CAPITAL, ELES SÃO REFUGIADOS DE CATÁSTROFES AMBIENTAIS


Lembremos....Os Haitianos os nossos milhares de irmãos, espalhados pelo mundo,eles amam sua terra natal,dos quais deixaram,família,historia e esperança daqueles que os aguardam, eles nossos milhares de irmãos Haitianos não estão aqui na busca de acensão pessoal em terras alheias,esse é um caso de sobrevivência um país que foi devastado e não é por vaidades ou busca do capital,pelo capital.

Os nossos irmãos haitianos que estão espalhados pelo mundo, dês de 2010, pós terremoto, seguem desesperados e sem norte,buscam lutar com armas que pouco lhes restam , as suas famílias dependem deles de suas subsistências, e onde esta a ONU? Onde esta o ESTADO BRASILEIRO? E os tratados internacionais de Direitos Humanos??? 



Uma coisa é certa, eles não são Imigrantes ilegais ou tão pouco turista alienados,os nossos milhões de irmãos Haitianos espalhados pelo mundo, na verdade são apenas homens e mulheres que desesperadamente buscam amparo e um refugio.... sim isso mesmo,eles são Refugiados das Catástrofes Ambientais e que cada vez mais serão presentes no dia,dia do homem insano moderno que ajudou á ser instalado um caus completo, e por todos os lados um modelo de sermos perversos,o pior de tudo isso, é sabermos que outras catástrofes naturais ou não viram e outros refugiados estarão no mundo.




Nesse caso os irmãos haitianos não estão sendo tratados como deveriam e de forma Humana,pela ONU que ja receberam milhões de dólares para segundo ajudarem os Haitianos e nem pelo Brasil em Fechar fronteiras ou reduzir vistos,e segregar não ha nada de ajuda Humanista por aqueles que estão a fazer a politica de interação, estão todos esses Haitianos sendo desamparados,invisibilizados, pelas leis e tratados que os desconhecem como pessoas que precisam de ajuda para alem de vistos e permanências uma verdadeira politica humanitária... 

Segue o Texto da Análise da condição jurídica dos caracterizados refugiados ambientais do Haiti no Brasil

De Anne Paiva de Alencar

Publicado em 08/2013. Elaborado em 07/2012.

Leia mais: http://jus.com.br/artigos/24288/analise-da-condicao-juridica-dos-caracterizados-refugiados-ambientais-do-haiti-no-brasil#ixzz30QcnSNNc


CONTINUANDO>>>>>>
Socializo aqui, as impressões narradas a seguir pelo amigo de luta Paulo Guarani Kaiowá que esta na capital paulista divulgando seu trabalho na divulgação do filme Pataxó http://www.rakupraluaprojetos.blogspot.com.br/ com indígenas aqui de são Paulo,aproveitou e foi conhecer o trabalho da Casa do Imigrante na praça da Sé, Sao Paulo dirigida pela Igreja da Paz, dos quais estão acolhendo as centenas de refugiados Haitanos trazidos do Acre. a Foto é meramente ilustrativa e pertence awww.migramundo.com
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Boa tarde a todos .
hoje 29/04/2014 as 14:16 
Foto: Socializo aqui, as  impressões narradas a seguir  pelo amigo de luta Paulo Guarani Kaiowá que esta na capital paulista divulgando seu trabalho na divulgação do filme Pataxó http://www.rakupraluaprojetos.blogspot.com.br/ com indígenas aqui de são Paulo,aproveitou e foi conhecer o trabalho da Casa do Imigrante na praça da Sé, Sao Paulo dirigida pela  Igreja da Paz, dos quais estão  acolhendo as  centenas de refugiados Haitanos trazidos do Acre. a Foto é  meramente ilustrativa e pertence a www.migramundo.com
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Boa tarde a todos .
hoje 29/04/2014 as 14:16 

Acabo de voltar da Missão da Paz ... Elvira Gonzales, uma peruana muito simpática me recebeu com muito carinho ... no caminho que fiz da Rua Mizumoto até a rua do Glicério passando por baixo do viaduto e andando duas quadras até a Igreja da Paz, fui encontrando imigrantes haitianos (uns falando entre si, outros falando ao telefone, e quanto mais próximo da igreja eu chegava mais fácil encontra-los aos pares ou em grupos andando sem rumo numa das regiões mais violentas e perigosas da cidade ... não tive tempo para analisar nada ainda ... estou apenas reportando o que ví ... Elvira me disse que estavam na Missão prontos para receber até 90 pessoas ... e mesmo assim foi necessário a ajuda da prefeitura e do estado com colchões, cobertores e alimentos.
Acontece que estes 90 viraram 250 ... muitos com problemas de documentação pois só possuem o protocolo que receberam no Acre. Iniciou-se então um esforço para adiantar a condição de cidadão legal para que possam ter acesso aos serviços e ao emprego ...
Muito pouco na agilização desses documentos foi feito e a Missão ficou sem condições de atender o numero que só cresce de atendimentos ... todos os dias ... um movimento frenético ... e muita ... muita solidariedade ...
SOLIDARIEDADE ... há tempos não sentia no ar um clima tão fraterno e solidário como o que encontrei por lá ... à parte da falta de infraestrutura, apesar de todas as dificuldades as comunidades do Paraguai, Chile, Peru, Bolívia e Colômbia. Os responsáveis por esta missão são os padres (não sei como se escreve mas lá vai) Paolo Parize, Alejandro Senfuentes e Antenor .

NECESSIDADES : para quem quer dar ajuda material eles precisam de agasalhos e roupas de frio ( tá um frio da porra aqui) ... precisam de Kites de higiene; água e alimentos não perecíveis. As doações devem ser levadas até a Rua do Glicério 225 aqui na Liberdade - telefone 11 33406966 . O saite : www.missaonpaz.org
Espero ter ajudado !

Foto meramente ilustrativa e pertence a www.migramundo.com
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AJUDA HUMANITÁRIA AOS AMIG@S HAITAN@S, ELES NÃO SÃO MEROS IMIGRANTES NA BUSCA DA SORTE DO CAPITAL, ELES SÃO REFUGIADOS DE CATÁSTROFES AMBIENTAIS 

Lembremos....Os Haitianos os nossos milhares de irmãos, espalhados pelo mundo,eles amam sua terra natal,dos quais deixaram,família,historia e esperança daqueles que os aguardam, eles nossos milhares de irmãos Haitianos não estão aqui na busca de acensão pessoal em terras alheias,esse é um caso de sobrevivência um país que foi devastado e não é por vaidades ou busca do capital,pelo capital.

Os nossos irmãos haitianos que estão espalhados pelo mundo, dês de 2010, pós terremoto, seguem desesperados e sem norte,buscam lutar com armas que pouco lhes restam , as suas famílias dependem deles de suas subsistências, e onde estão a ONU?

Uma coisa é certa, eles não são Imigrantes ilegais ou tão pouco turista alienados,os nossos milhões de irmãos Haitianos espalhados pelo mundo, na verdade são apenas homens e mulheres que desesperadamente buscam amparo e um refugio.... sim isso mesmo,eles são Refugiados das Catástrofes Ambientais e que cada vez mais serão presentes no dia,dia do homem insano moderno que ajudou á ser instalado um caus completo, e por todos os lados um modelo de sermos perversos,o pior de tudo isso, é sabermos que outras catástrofes naturais ou não viram e outros refugiados estarão no mundo.

Nesse caso os irmãos haitianos não estão sendo tratados como deveriam e de forma Humana,pela ONU que ja receberam milhões de dólares para segundo ajudarem os Haitianos e nem pelo Brasil em Fechar fronteiras ou reduzir vistos,e segregar não ha nada de ajuda Humanista por aqueles que estão a fazer a politica de interação, estão todos esses Haitianos sendo desamparados,invisibilizados, pelas leis e tratados que os desconhecem como pessoas que precisam de ajuda para alem de vistos e permanências... Ney D' dãn

Segue o Texto Análise da condição jurídica dos caracterizados refugiados ambientais do Haiti no Brasil

De Anne Paiva de Alencar

Publicado em 08/2013. Elaborado em 07/2012.

Leia mais: http://jus.com.br/artigos/24288/analise-da-condicao-juridica-dos-caracterizados-refugiados-ambientais-do-haiti-no-brasil#ixzz30QcnSNNcc
Acabo de voltar da Missão da Paz ... Elvira Gonzales, uma peruana muito simpática me recebeu com muito carinho ... no caminho que fiz da Rua Mizumoto até a rua do Glicério passando por baixo do viaduto e andando duas quadras até a Igreja da Paz, fui encontrando imigrantes haitianos (uns falando entre si, outros falando ao telefone, e quanto mais próximo da igreja eu chegava mais fácil encontra-los aos pares ou em grupos andando sem rumo numa das regiões mais violentas e perigosas da cidade ... não tive tempo para analisar nada ainda ... estou apenas reportando o que ví ... Elvira me disse que estavam na Missão prontos para receber até 90 pessoas ... e mesmo assim foi necessário a ajuda da prefeitura e do estado com colchões, cobertores e alimentos.
Acontece que estes 90 viraram 250 ... muitos com problemas de documentação pois só possuem o protocolo que receberam no Acre. Iniciou-se então um esforço para adiantar a condição de cidadão legal para que possam ter acesso aos serviços e ao emprego ...
Muito pouco na agilização desses documentos foi feito e a Missão ficou sem condições de atender o numero que só cresce de atendimentos ... todos os dias ... um movimento frenético ... e muita ... muita solidariedade ...
SOLIDARIEDADE ... há tempos não sentia no ar um clima tão fraterno e solidário como o que encontrei por lá ... à parte da falta de infraestrutura, apesar de todas as dificuldades as comunidades do Paraguai, Chile, Peru, Bolívia e Colômbia. Os responsáveis por esta missão são os padres (não sei como se escreve mas lá vai) Paolo Parize, Alejandro Senfuentes e Antenor .

NECESSIDADES : para quem quer dar ajuda material eles precisam de agasalhos e roupas de frio ( tá um frio da porra aqui) ... precisam de Kites de higiene; água e alimentos não perecíveis. As doações devem ser levadas até a Rua do Glicério 225 aqui na Liberdade - telefone 11 33406966 . O saite : www.missaonpaz.org
Espero ter ajudado !

fOTO MERAMENTE ILUSTRATIVA.
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GENTE DO BEM, AMIG@S MEUS.... UMA BOA ATITUDE, VALE MAIS QUE MIL INTENÇÕES ....


Alum dias atras estive na casa   de uma velha amiga de tantos sambas e enredos e alegrias  Lucimar Ferreira fiquei feliz em sua atitude nobre, em meios de conversas informais, tive a grata surpresa ao ver adentrando a sua residencia, varias pessoas e quando eu perguntei;quem seria essas pessoas Lu? E ela respondeu: essa são as minhas novas amigas Haitianas e seus sonhos....
Lucimar abriu as portas de sua casa, de forma voluntaria e esta ajudando e fazendo a diferença aos irmãos haitianos, dos muitos que estão chegando ao Brasil dês de 2010 e agora imigrações em sua cidade, Barueri Sp.

Milhares de Haitianos estão em busca de dias melhores e na esperança para ajudar seus familiares que estão vivendo com dificuldades em seu país natal,que foi devastado por terremotos e guerras,apesar de muitas dificuldades,Lucimar com a ajuda de sua irmã Sueli Ferreira estão fazendo a diferença esta ensinando como pode a língua portuguesa, aos irmãos e no mesmo tempo eles estão a ensinar a Lucimar o ''Crioulo'' uma linguá dialética da região, alem do Frances.

Fiquei feliz e pensativo ao mesmo tempo,como poderia também ajudar os irmãos haitiano no Brasil? Alguns estão vivendo com dificuldades, outros alguns encaminhados. Mas também, existem aqueles que estão vivendo na vulnerabilidade social, albergues e nas ruas.

A Lucimar, esta ensinando de forma simples, mas eficiente e dedicada admito que fiquei emocionado de ver como podemos fazer a diferença, com tao pouco e pergunto como poderemos ajudá-los nosso irmãos ??

Que o Oju de Xango cubra e te dê caminhos de força e Justiça Axé..
Foto de Luana Ferreira

Des gens bien , mon ami @ S ....

Je suis à la petite amie Lucimar Ferreira et heureux dans son attitude noble , avec des moyens de conversations informelles , j'ai eu l' agréable surprise de voir entrer dans votre résidence , plusieurs personnes , quand on lui demande , qui ces gens Lu ? Et elle a dit , c'est mes nouveaux amis haïtiens et de leurs rêves ....
Lucimar a ouvert les portes de son humble demeure , de sorte que cette portion volontaire et faire une différence frères haïtiens , dont beaucoup viennent au Brésil DES 2010 et maintenant dans sa ville natale , Barueri Sp.

Des milliers d'Haïtiens qui cherchent des jours meilleurs et l'espoir d'aider leurs familles qui éprouvent des difficultés dans leur pays , dévastées par les tremblements de terre et des guerres , malgré beaucoup de difficultés , Lucimar ce faire une différence , comment cela peut-il enseigner la langue anglaise pour frères et en même temps qu'ils enseignent Lucimar la '' créole '' un de dialectique de la langue de la région , en plus de la Frances .

J'étais heureux et réfléchie en même temps , comment pourrait les aider nos frères ? certains vivent avec des difficultés , mais certains sont renvoyés . Mais il ya d'autres qui vivent sur la vulnérabilité sociale , auberges et dans les rues .

Le Lucimar , cet enseignement précaire , mais efficace et dévoué al était ravi de voir comment nous pouvons faire une différence avec si peu et se demander comment pouvons-nous les aider?



quinta-feira, 20 de março de 2014

Reflexões....(Em memoria de todas as Claudias, Ferreiras e Silvas, que são abatidas todos os dias,nos morros,favelas e periferias...) Dãnquilombolas





O Dia Em Que o Morro Descer e Não For Carnaval

(o povo virá de cortiço, alagado e favela.
 Mostrando a miséria sobre a passarela sem a fantasia que sai no jornal... ♫ )

O dia em que o morro descer e não for carnaval
ninguém vai ficar pra assistir o desfile final
na entrada rajada de fogos pra quem nunca viu
vai ser de escopeta, metralha, granada e fuzil
(é a guerra civil)


No dia em que o morro descer e não for carnaval
não vai nem dar tempo de ter o ensaio geral
e cada uma ala da escola será uma quadrilha
a evolução já vai ser de guerrilha
e a alegoria um tremendo arsenal
o tema do enredo vai ser a cidade partida
no dia em que o couro comer na avenida
se o morro descer e não for carnaval

O povo virá de cortiço, alagado e favela
mostrando a miséria sobre a passarela
sem a fantasia que sai no jornal
vai ser uma única escola, uma só bateria
quem vai ser jurado? Ninguém gostaria
que desfile assim não vai ter nada igual

Não tem órgão oficial, nem governo, nem Liga
nem autoridade que compre essa briga
ninguém sabe a força desse pessoal
melhor é o Poder devolver à esse povo a alegria
senão todo mundo vai sambar no dia
em que o morro descer e não for carnaval.

Wilson das Neves

Composição:de 1997 Álbum: profético ‘’O Som Sagrado de Wilson das Neves (1997)’’
de Paulo César Pinheiro / Wilson Das Neves •

http://www.youtube.com/watch?v=KMz5h_Jb7yc



Outras Reflexões
O destino dos negros após a Abolição reveladores...


https://www.facebook.com/photo.php?fbid=636481316389346&id=100000824493986&set=a.365148610189286.74123.100000824493986&source=48


fonte ; https://www.facebook.com/photo.php?fbid=647414681962676&set=a.365148610189286.74123.100000824493986&type=1&theater&notif_t=like






quarta-feira, 7 de agosto de 2013

ARTISTAS-GUERRÊR@S ENTREGAM CARTA À PRESIDENTA DILMA CONTRA O GENOCÍDIO DO POVO NEGRO E PERIFÉRICO!


Foto: ARTISTAS-GUERRÊR@S ENTREGAM CARTA À PRESIDENTA DILMA CONTRA O GENOCÍDIO DO POVO NEGRO E PERIFÉRICO!

Gog - O poeta do rap nacional acaba de ler a Carta à Presidenta e seu conjunto de Ministr@s, tendo a elegância de fazer referência, algumas vezes, ao guerrêro Amarildo de Souza, da Favela da Rocinha, e às Mães de Maio: Nossa Gratidão!

CARTA DOS/AS ARTISTAS PELA VIDA DA JUVENTUDE NEGRA DAS PERIFERIAS*

“Os políticos sabem que eu sou poetisa. 
E que o poeta enfrenta a morte quando vê o seu povo oprimido.”
(Carolina Maria de Jesus)

Excelentíssima Presidenta da República Senhora Dilma Rousseff, quem escreve são os/as sobreviventes de uma ditadura que ainda não acabou. Pois, os desaparecimentos forçados, a tortura institucionalizada e o assassinato em massa ainda são práticas cotidianas em nosso país. Quem mais sofre com isso é a juventude da periferia.

Reconhecemos que muito embora nos últimos dez anos muitos direitos básicos tenham se tornado acessíveis para grande parte do povo brasileiro, há uma parcela considerável da população que segue invisibilizada e com muitos direitos violados.

No mês de junho, parte da população, em maioria jovem, foi às ruas das principais cidades brasileiras, indignada e cobrando direitos que vão além dos individuais. O espetáculo da violência e repressão experimentadas por alguns - e visto por tantos outros-, nos principais centros urbanos, não se resume à violência praticada pela polícia ali vivenciada. É o cotidiano da vida nas periferias, vilas e favelas, porém com o emprego de projeteis de aço e não de balas de borracha. A polícia sobe o morro pra matar!

Da Candelária (RJ), dos Crimes de Maio (SP) ao Calabetão (BA), não “era só mais um Silva, que a estrela não brilha”[1]... eram e são vários chacinados por todo Brasil. O racismo que vitima negros jovens deixa um rastro de dor no país. Neste processo intensamente violento, quantos pais de família e pessoas que poderiam contribuir ao presente e ao futuro do país em diversas áreas do conhecimento e do trabalho teremos perdido? Quantos médicos, advogados, engenheiros, psicólogos, quantos atletas, cientistas e artistas estão sendo abatidos a cada dia em nossas periferias? Quantas mães, familiares e amigos não têm suas vidas destruídas pela perda fatal, precoce e violenta, de seus entes mais queridos? Quantos Machados de Assis, Claras Nunes e Miltons Nascimentos deixaram de existir?

Muitos jovens das periferias têm sido brutalmente arrancados dos palcos da vida pela violência letal, perpetradas pelas mãos de diferentes agentes, alguns infiltrados nos três poderes, legitimados pela impunidade e pela omissão do Estado. Mas, a Memória e a Verdade sobre as execuções e o desaparecimento forçado destas pessoas ainda não está resolvida. Não queremos ver nossa juventude humilhantemente abordada pela polícia, nem caminhando entre cápsulas de balas, nem dormindo e acordando ao som de tiroteios, nem encontrando corpos no caminho de casa. Não queremos viver perdendo amigos, vizinhos e parentes para o tráfico, milícias e polícias. Queremos nossa juventude viva!

Como demanda histórica dos movimentos sociais com os quais nos solidarizamos, assumir o combate à violência e à mortalidade juvenil negra em um programa de Governo é a concretização de uma importante conquista das forças populares, às quais vários de nós estamos ligados. Queremos a ampliação e o fortalecimento de programas de enfrentamento à violência letal contra a juventude negra, pobre e periférica, e que garantam o acesso à cultura, à educação e o trabalho. Reivindicamos apoio às famílias das vítimas e maior empenho nas investigações dos crimes contra a juventude. Além do fortalecimento de auditorias e corregedorias nas polícias. Não basta a redução de indicadores sobre mortalidade, a juventude brasileira e suas famílias precisam de condições de cidadania e dignidade para seguir vivas.

Destacamos o quanto o militarismo policial é nocivo e já atemporal, um verdadeiro reinado do horror e da corrupção em nosso país. Reivindicamos a desmilitarização das polícias, diferente do que clamam telejornais sensacionalistas, sempre ávidos por mais prisões, enquadros e achaques. No lugar de investimentos em armamentos e construção de presídios, reivindicamos forte incentivo à educação e à cultura, sobretudo a negra em suas diferentes expressões. A cultura negra na diáspora contribui para a configuração e reconfiguração das urbanidades contemporâneas. Abre espacialidades na vida social com o potencial de propiciar a produção, negociação e afirmação de valores, costumes, identidades e auto-estima. A cultura é possibilidade de humanização e contato com nossa ancestralidade. É possibilidade de acesso, fruição e ampliação de direitos.

Permite também formar redes culturais e afetivas que podem ser compartilhadas, recriadas e fortalecidas. Por isso é preciso valorizar os jovens em sua produção cultural nas quebradas e morros, reconhecer também a importância dos mestres da cultura popular e promover o financiamento da cultura jovem, negra, popular e periférica.

Não podemos sustentar nossa arte ignorando o horror que se processa diante de nossos olhos contra a juventude negra brasileira, isso fere nossa poesia e a alma de todo o país. Acreditamos que a arte em suas múltiplas expressões pode colaborar na construção de outras trajetórias com mais vida e menos morte para toda população.

Que a luta por respeito e direitos não cesse enquanto não formos todos igualmente cidadãs e cidadãos. Uma vez que a arte é uma expressão da vida, frente a esta realidade de violência, a classe artística mais uma vez não se cala. Por isso, nós artistas brasileiros/as que assinamos esta carta, mobilizamos nossas vozes e consciências, e nos posicionamos contra o extermino e a favor da vida da juventude, sobretudo a juventude negra da periferia. Não podemos admitir que a juventude siga sendo criminalizada, penalizada, presa, morta e culpabilizada pela violência que sofre todos os dias no nosso país.


Anexo – Dados do extermínio da juventude negra

Os dados apontam um crescente processo de encarceramento e extermínio da juventude brasileira. O Brasil possui a 4ª. população carcerária do mundo e de acordo com dados do Departamento de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário do Conselho Nacional de Justiça, em 20 anos esta população cresceu 251%. Apenas nos primeiro seis meses de 2012 o Brasil encarcerou 549.577 presos, são quase 35 mil detentos a mais que em dezembro de 2011. Nas cadeias brasileiras há proporcionalmente um branco para cada 11 negros encarcerados, o que revela que a Justiça é racialmente seletiva. Vemos também que 73,83% do total da população carcerária brasileira é constituída por jovens de 18 a 34 anos, pobres, negros e com baixa escolaridade. A gente sabe que este perfil é praticamente o mesmo do que o dos jovens que são exterminados. Alguns de nós têm contato com esse público, pois também fazemos ações de reintegração social para esta turma, por meio da cultura. Ou já estivemos no lugar deste público e tivemos oportunidades de mudar, é preciso acreditar que o resgate é possível.

O racismo que vitima negros jovens deixa um rastro de dor nas favelas e comunidades, também cobra um alto preço do Brasil. A pesquisa “O custo da juventude perdida no Brasil”, do IPEA (2013), sobre a morte prematura de jovens devido às violências, mostra o cálculo de que o país perde cerca de R$ 79 bilhões a cada ano, ou seja, 1,5% do PIB Nacional.

O Mapa da violência de 2012 mostra que o número absoluto de vítimas brancas de homicídio caiu em 25,5% (de cerca de 18 mil para perto de 14 mil vítimas). Já os homicídios contra negros cresceram quase 30%, passando de 26 mil para quase 35 mil assassinados. As taxas de vítimas entre os jovens negros – 15 a 29 anos de idade – duplicam, ou mais, os da população total. Morrem, proporcionalmente, duas vezes e meia mais jovens negros que brancos.

#ContraOGenocídio
#OndeEstáAmarildo?
#DesmilitarizaçãoDasPolícias

*Esta é a Versão que temos em mãos, que não é literalmente a que foi lida pelo poeta GOG há poucos minutos para a Presidenta e todo um conjunto de Ministr@s. Assim que tivermos a versão finalíssima, compartilharemos novamente

com Poeta Sérgio Vaz, Racionais MC's, Dexter - Oitavo Anjo (OFICIAL), Criolo, Emicida, Leci Brandão, Ellen Oléria e uma pá de outr@s guerrêr@s: Salve!
Por Mães de Maio

Gog - O poeta do rap nacional acaba de ler a Carta à Presidenta e seu conjunto de Ministr@s, tendo a elegância de fazer referência, algumas vezes, ao guerrêro Amarildo de Souza, da Favela da Rocinha, e às Mães de Maio: Nossa Gratidão!

CARTA DOS/AS ARTISTAS PELA VIDA DA JUVENTUDE NEGRA DAS PERIFERIAS*

“Os políticos sabem que eu sou poetisa.
E que o poeta enfrenta a morte quando vê o seu povo oprimido.”
(Carolina Maria de Jesus)

Excelentíssima Presidenta da República Senhora Dilma Rousseff, quem escreve são os/as sobreviventes de uma ditadura que ainda não acabou. Pois, os desaparecimentos forçados, a tortura institucionalizada e o assassinato em massa ainda são práticas cotidianas em nosso país. Quem mais sofre com isso é a juventude da periferia.

Reconhecemos que muito embora nos últimos dez anos muitos direitos básicos tenham se tornado acessíveis para grande parte do povo brasileiro, há uma parcela considerável da população que segue invisibilizada e com muitos direitos violados.

No mês de junho, parte da população, em maioria jovem, foi às ruas das principais cidades brasileiras, indignada e cobrando direitos que vão além dos individuais. O espetáculo da violência e repressão experimentadas por alguns - e visto por tantos outros-, nos principais centros urbanos, não se resume à violência praticada pela polícia ali vivenciada. É o cotidiano da vida nas periferias, vilas e favelas, porém com o emprego de projeteis de aço e não de balas de borracha. A polícia sobe o morro pra matar!

Da Candelária (RJ), dos Crimes de Maio (SP) ao Calabetão (BA), não “era só mais um Silva, que a estrela não brilha”[1]... eram e são vários chacinados por todo Brasil. O racismo que vitima negros jovens deixa um rastro de dor no país. Neste processo intensamente violento, quantos pais de família e pessoas que poderiam contribuir ao presente e ao futuro do país em diversas áreas do conhecimento e do trabalho teremos perdido? Quantos médicos, advogados, engenheiros, psicólogos, quantos atletas, cientistas e artistas estão sendo abatidos a cada dia em nossas periferias? Quantas mães, familiares e amigos não têm suas vidas destruídas pela perda fatal, precoce e violenta, de seus entes mais queridos? Quantos Machados de Assis, Claras Nunes e Miltons Nascimentos deixaram de existir?

Muitos jovens das periferias têm sido brutalmente arrancados dos palcos da vida pela violência letal, perpetradas pelas mãos de diferentes agentes, alguns infiltrados nos três poderes, legitimados pela impunidade e pela omissão do Estado. Mas, a Memória e a Verdade sobre as execuções e o desaparecimento forçado destas pessoas ainda não está resolvida. Não queremos ver nossa juventude humilhantemente abordada pela polícia, nem caminhando entre cápsulas de balas, nem dormindo e acordando ao som de tiroteios, nem encontrando corpos no caminho de casa. Não queremos viver perdendo amigos, vizinhos e parentes para o tráfico, milícias e polícias. Queremos nossa juventude viva!

Como demanda histórica dos movimentos sociais com os quais nos solidarizamos, assumir o combate à violência e à mortalidade juvenil negra em um programa de Governo é a concretização de uma importante conquista das forças populares, às quais vários de nós estamos ligados. Queremos a ampliação e o fortalecimento de programas de enfrentamento à violência letal contra a juventude negra, pobre e periférica, e que garantam o acesso à cultura, à educação e o trabalho. Reivindicamos apoio às famílias das vítimas e maior empenho nas investigações dos crimes contra a juventude. Além do fortalecimento de auditorias e corregedorias nas polícias. Não basta a redução de indicadores sobre mortalidade, a juventude brasileira e suas famílias precisam de condições de cidadania e dignidade para seguir vivas.

Destacamos o quanto o militarismo policial é nocivo e já atemporal, um verdadeiro reinado do horror e da corrupção em nosso país. Reivindicamos a desmilitarização das polícias, diferente do que clamam telejornais sensacionalistas, sempre ávidos por mais prisões, enquadros e achaques. No lugar de investimentos em armamentos e construção de presídios, reivindicamos forte incentivo à educação e à cultura, sobretudo a negra em suas diferentes expressões. A cultura negra na diáspora contribui para a configuração e reconfiguração das urbanidades contemporâneas. Abre espacialidades na vida social com o potencial de propiciar a produção, negociação e afirmação de valores, costumes, identidades e auto-estima. A cultura é possibilidade de humanização e contato com nossa ancestralidade. É possibilidade de acesso, fruição e ampliação de direitos.

Permite também formar redes culturais e afetivas que podem ser compartilhadas, recriadas e fortalecidas. Por isso é preciso valorizar os jovens em sua produção cultural nas quebradas e morros, reconhecer também a importância dos mestres da cultura popular e promover o financiamento da cultura jovem, negra, popular e periférica.

Não podemos sustentar nossa arte ignorando o horror que se processa diante de nossos olhos contra a juventude negra brasileira, isso fere nossa poesia e a alma de todo o país. Acreditamos que a arte em suas múltiplas expressões pode colaborar na construção de outras trajetórias com mais vida e menos morte para toda população.

Que a luta por respeito e direitos não cesse enquanto não formos todos igualmente cidadãs e cidadãos. Uma vez que a arte é uma expressão da vida, frente a esta realidade de violência, a classe artística mais uma vez não se cala. Por isso, nós artistas brasileiros/as que assinamos esta carta, mobilizamos nossas vozes e consciências, e nos posicionamos contra o extermino e a favor da vida da juventude, sobretudo a juventude negra da periferia. Não podemos admitir que a juventude siga sendo criminalizada, penalizada, presa, morta e culpabilizada pela violência que sofre todos os dias no nosso país.


Anexo – Dados do extermínio da juventude negra

Os dados apontam um crescente processo de encarceramento e extermínio da juventude brasileira. O Brasil possui a 4ª. população carcerária do mundo e de acordo com dados do Departamento de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário do Conselho Nacional de Justiça, em 20 anos esta população cresceu 251%. Apenas nos primeiro seis meses de 2012 o Brasil encarcerou 549.577 presos, são quase 35 mil detentos a mais que em dezembro de 2011. Nas cadeias brasileiras há proporcionalmente um branco para cada 11 negros encarcerados, o que revela que a Justiça é racialmente seletiva. Vemos também que 73,83% do total da população carcerária brasileira é constituída por jovens de 18 a 34 anos, pobres, negros e com baixa escolaridade. A gente sabe que este perfil é praticamente o mesmo do que o dos jovens que são exterminados. Alguns de nós têm contato com esse público, pois também fazemos ações de reintegração social para esta turma, por meio da cultura. Ou já estivemos no lugar deste público e tivemos oportunidades de mudar, é preciso acreditar que o resgate é possível.

O racismo que vitima negros jovens deixa um rastro de dor nas favelas e comunidades, também cobra um alto preço do Brasil. A pesquisa “O custo da juventude perdida no Brasil”, do IPEA (2013), sobre a morte prematura de jovens devido às violências, mostra o cálculo de que o país perde cerca de R$ 79 bilhões a cada ano, ou seja, 1,5% do PIB Nacional.

O Mapa da violência de 2012 mostra que o número absoluto de vítimas brancas de homicídio caiu em 25,5% (de cerca de 18 mil para perto de 14 mil vítimas). Já os homicídios contra negros cresceram quase 30%, passando de 26 mil para quase 35 mil assassinados. As taxas de vítimas entre os jovens negros – 15 a 29 anos de idade – duplicam, ou mais, os da população total. Morrem, proporcionalmente, duas vezes e meia mais jovens negros que brancos.

#ContraOGenocídio
#OndeEstáAmarildo?
#DesmilitarizaçãoDasPolícias

*Esta é a Versão que temos em mãos, que não é literalmente a que foi lida pelo poeta GOG há poucos minutos para a Presidenta e todo um conjunto de Ministr@s. Assim que tivermos a versão finalíssima, compartilharemos novamente

com Poeta Sérgio VazRacionais MC'sDexter - Oitavo Anjo (OFICIAL)Criolo,EmicidaLeci BrandãoEllen Oléria e uma pá de outr@s guerrêr@s: Salve!

terça-feira, 6 de agosto de 2013

MUMKUMBY PRA SEMPRE!!!!!!!!!!

ESSA ERA UMA NOTICIA QUE JAMAIS QUERIA DIVULGAR...


https://www.facebook.com/photo.php?fbid=550137535023725&set=a.273648239339324.57366.100000824493986&type=1&theater

Luto Eterno!!!


Yá Mukumby Vilma Santos jamais esqueceremos a tua luz,grande guerreira mulher negra valente que OGUM te guie no Zamby, na eternidade da alma como uma estrela cadente , i!!....
1 em 500 mil: Ya Mukumby

http://www.youtube.com/watch?v=jzBmnc1DvQ8

Por Robson Arantes amigo de Ya Vilma

Sun re o, òkú órun, sun re o
Orun re e o, oku orun, orun re o,
Oku lo gbere a ko ri mo,
Akikanju parada a ko gbohun re,
Erín wó, erin lo,
Àjámàkú subú ko le g óké,
Eni rere lo s’ ájùlé òrum
Sun re o, eni rere, sun re o.
Minha homenagem nossa grande referencia de luta “Iyá Mukumby”
Sun re o (durma bem)


Por  Cristionizio Almeida Babá Kutú 


Itunlá ilè awô.“
niciados no mistério não morrem
Os iniciados no mistério vão para o Itunlá.
Itunlá, casa do mistério.
Lugar de vida verdadeira, ilimitada, que se renova.
Olorum Kosipurê o!
Olorum lhe dê o descanso eterno

Luto Eterno!!!


Em 30 de Dezembro de 2012,garimpando a historia de mulheres negras notáveis guerreiras na contemporaneidade , nesse Brasil pesquisei essas mulheres negras valentes,para dar visibilidade as suas historias que são nossa também, tive a Grata surpresa mostrar a historia de vida Ya Vilma e e na qual fiz a homenagem a Vilma Santos,e agora me encontro no silencio e revolta sem fim,pela triste ceifada trajetória, dessa linda historia dessa grande mulher ..........




Socializo em meu Quilombo de resistência, á historia de mulheres negras e suas trajetórias de luta e resistência, pela promoção da igualdade e liberdade em nosso país, peço quem puder ajudar á contribuir nesse espaço, divulguem as mulheres que fazem á diferença em seu município,ou em seu estado e vamos construir a nossa memoria social.
''São elas as Mulheres de etnia,as Mulheres de atitude, as mulheres Modumbí''
Yá Mukumby Vilma Santos
GUARDIÃ DOS MISTÉRIOS E FASCÍNIO DO CANDOMBLÉ,NA ARTE E NA FE.
Conheça a trajetória de Yá Mukumby a vida de Vilma Santos de Oliveira

[Fragmento do texto]
Dona Vilma, uma mulher negra que ao ser lembrada terá de ser com imensa admiração,
pois trata-se de alguém que luta constantemente para que todos, e, em particular, os negros possam ser mais felizes neste mundo atual que persiste em eternizar pirâmides e discriminações sociais.
A vida de Dona Vilma é notada por uma militância a favor daqueles que estão em situação de maior sofrimento social, seja por causa das injustiças, especialmente o racismo e a discriminação racial, ou por causa dos sofrimentos inerentes à vida humana. Esperamos que continue a ser esta sua principal característica, por muitos e muitos anos.

Continue lendo Faça Downlod e acesse o Livro
á Mukumby a vida de Vilma Santos de Oliveira
http://www.uel.br/projetos/leafro/pages/arquivos/Livro_dona_vilma_final_13_11[2].pdf

Foi percussora da luta a favor do sistema de cotas em sua cidade Londrina,Parana onde estão registrados nesse outro livro o negro na universidade o direito à inclusão veja
Continue lendo Faça Downlod
http://www.uel.br/projetos/leafro/pages/arquivos/O%20Negro%20na%20Universidade.pdf

Artigo O trauma da viagem da volta/ Da A Grande Refazenda – África e Diáspora Pós II CIAD
http://ambiente.educacao.ba.gov.br/conteudos/download/168.pdf
 
https://www.facebook.com/photo.php?fbid=463108617059951&set=t.100001793157405&type=3&theater

PRESENTE AO CHAMADO! MARCHA CONTRA O GENOCÍDIO DO POVO NEGRO 22 DE AGOSTO DE 2013 LARGO DOS AFLITOS/ SALVADOR CONCENTRAÇÃO 15 HORA

Foto: MARCHA CONTRA O GENOCÍDIO DO POVO NEGRO
22 DE AGOSTO DE 2013
LARGO DOS AFLITOS/ SALVADOR
 CONCENTRAÇÃO 15 HORAS
Nós, povo negro baiano, organizados em várias agremiações, organizações, entidades e grupos políticos e religiosos, vindos de várias regiões do estado e de muitas cidades brasileiras, e, ainda, fortalecidos por representações internacionais, nós, homens, mulheres, jovens, crianças e idosos, vamos tomar a rua numa marcha contra o genocídio do povo negro.
Considerando que nossa situação de pobreza e exclusão é resultado de séculos de desigualdades e do racismo estrutural, que nos etiqueta como bandidos e criminosos a serem abatidos;
Considerando as altas taxas de homicídios, execuções sumárias e extrajudiciais e a brutalidade policial, além dos grupos de extermínio que atuam  contra nós negros e negras;
Considerando o encarceramento em massa dos negros e negras, os desrespeitos ao corpo das mulheres nas revistas vexatórias, o descaso no acesso a justiça;
Considerando  que a militarização do espaço territorial urbano onde vive as pessoas negras, com a promessa de se levar serviços públicos, tem levado o terror, o controle, numa abordagem que nos faz parecer inimigos internos do Estado brasileiro, nos fazendo sentir estrangeiros em nosso próprio país.  Considerando o projeto de segurança publica do Estado, O Pacto Pela Vida que não  nos considera humanos;
Considerando que a comunicação está atrelada a princípios e valores humanitários e os programas televisivos de cunho policial expõe nossa desgraça e reforça estereótipos racistas sobre negros e negras, justificando nosso extermínio cotidiano e tem um papel fundamental sobre o genocídio do negro no Brasil;  
Considerando a luta das mulheres negras, mães, esposas, companheiras, irmãs, filhas, que vivem situações de violência, que tem enterrado seus entes queridos e reconhecidos corpos no Instituto Médico legal ( IML), que tem sido criminalizadas pelo simples vínculo afetivo que tenha pelos homens negros cassados pelos poderes de justiça do pais. Essas mulheres reais, fazem um chamado agora
Sairemos as ruas por nossas vidas, para apresentar outro projeto de segurança pública que não seja racista e genocida.
Frente ao genocídio do povo negro nenhum passo atrás!


The March against the Genocide of Black People
August 22, 2013
in Largo dos Aflitos, Salvador
at 3:00 PM (15h)

We, black people of Bahia, organized in various associations, entities, political and relgious groups, from various regions across the state and many Brazilian cities and also strengthened by international representatives, we--men, women, youth, children and seniors--take to the street in a march against the genocide of black people.

Considering our poverty and exclusion is the result of centuries of inequality and structural racism, which label us as thugs and criminals, to be slaughtered;

Considering the high homicide rates, summary and extrajudicial executions, police brutality, and death squads operating against us black men and women;

Considering the mass incarceration of black men and women, disrespect to women's bodies in bothersome magazines, the negligence in access to justice;

Considering the militarization of urban land, where black people live, which has promised to bringing public services, has instead brought terror, control, and an approach that makes us look like internal enemies of the Brazilian state, making us feel like foreigners in our own country.

Considering the design of public security of the State, The Covenant for Life (O pacto pela vida) does  not consider us human;

Considering that communication is linked to humanitarian values and principles and police television programs exploit our misfortune and reinforce racist stereotypes about black men and women, justifying our extermination everyday, which has a key role in the genocide of blacks in Brazil;

Considering the struggle of black women, mothers, wives, partners, sisters, daughters, who live in situations of violence, who have buried their loved ones and had to view bodies of loved ones in the Legal Medical Institute (the Coroner's office), who too are  criminalized because of the emotional link they have for black men, disenfranchised by the powers of justice in the country. These real women, make a call now.

We go to the streets for our lives, to present another public security project that is not racist nor genocidal.

Nós, povo negro baiano, organizados em várias agremiações, organizações, entidades e grupos políticos e religiosos, vindos de várias regiões do estado e de muitas cidades brasileiras, e, ainda, fortalecidos por representações internacionais, nós, homens, mulheres, jovens, crianças e idosos, vamos tomar a rua numa marcha contra o genocídio do povo n

egro.
Considerando que nossa situação de pobreza e exclusão é resultado de séculos de desigualdades e do racismo estrutural, que nos etiqueta como bandidos e criminosos a serem abatidos;
Considerando as altas taxas de homicídios, execuções sumárias e extrajudiciais e a brutalidade policial, além dos grupos de extermínio que atuam contra nós negros e negras;
Considerando o encarceramento em massa dos negros e negras, os desrespeitos ao corpo das mulheres nas revistas vexatórias, o descaso no acesso a justiça;
Considerando que a militarização do espaço territorial urbano onde vive as pessoas negras, com a promessa de se levar serviços públicos, tem levado o terror, o controle, numa abordagem que nos faz parecer inimigos internos do Estado brasileiro, nos fazendo sentir estrangeiros em nosso próprio país. Considerando o projeto de segurança publica do Estado, O Pacto Pela Vida que não nos considera humanos;
Considerando que a comunicação está atrelada a princípios e valores humanitários e os programas televisivos de cunho policial expõe nossa desgraça e reforça estereótipos racistas sobre negros e negras, justificando nosso extermínio cotidiano e tem um papel fundamental sobre o genocídio do negro no Brasil;
Considerando a luta das mulheres negras, mães, esposas, companheiras, irmãs, filhas, que vivem situações de violência, que tem enterrado seus entes queridos e reconhecidos corpos no Instituto Médico legal ( IML), que tem sido criminalizadas pelo simples vínculo afetivo que tenha pelos homens negros cassados pelos poderes de justiça do pais. Essas mulheres reais, fazem um chamado agora
Sairemos as ruas por nossas vidas, para apresentar outro projeto de segurança pública que não seja racista e genocida.
Frente ao genocídio do povo negro nenhum passo atrás!


The March against the Genocide of Black People
August 22, 2013
in Largo dos Aflitos, Salvador
at 3:00 PM (15h)

We, black people of Bahia, organized in various associations, entities, political and relgious groups, from various regions across the state and many Brazilian cities and also strengthened by international representatives, we--men, women, youth, children and seniors--take to the street in a march against the genocide of black people.

Considering our poverty and exclusion is the result of centuries of inequality and structural racism, which label us as thugs and criminals, to be slaughtered;

Considering the high homicide rates, summary and extrajudicial executions, police brutality, and death squads operating against us black men and women;

Considering the mass incarceration of black men and women, disrespect to women's bodies in bothersome magazines, the negligence in access to justice;

Considering the militarization of urban land, where black people live, which has promised to bringing public services, has instead brought terror, control, and an approach that makes us look like internal enemies of the Brazilian state, making us feel like foreigners in our own country.

Considering the design of public security of the State, The Covenant for Life (O pacto pela vida) does not consider us human;

Considering that communication is linked to humanitarian values and principles and police television programs exploit our misfortune and reinforce racist stereotypes about black men and women, justifying our extermination everyday, which has a key role in the genocide of blacks in Brazil;

Considering the struggle of black women, mothers, wives, partners, sisters, daughters, who live in situations of violence, who have buried their loved ones and had to view bodies of loved ones in the Legal Medical Institute (the Coroner's office), who too are criminalized because of the emotional link they have for black men, disenfranchised by the powers of justice in the country. These real women, make a call now.

We go to the streets for our lives, to present another public security project that is not racist nor genocidal.